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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Pai posta como calcula a mesada dos filhos e faz sucesso na INTERNET!


Muitos pais estabelecem, desde a infância, uma quantia de dinheiro que dão aos filhos, para que estes possam aprender a administrar seu próprio "salário". Entretanto, é preciso saber dosar o "benefício" dos filhos, mostrando a eles que é preciso cumprir algumas normas e que o dinheiro não vem de forma gratuita. É essa linha de pensamento que Vitor Yamada usa com seus dois filhos, Giullia e Vitor.
Yamada publicou em seu perfil pessoal uma imagem da tabela que utiliza para calcular quanto os filhos "merecem" receber ao fim de cada mês. De um total de R$ 50,00, o pai desconta valores entre R$ 0,25 e R$ 3,00 para cada desrespeito as regras estabelecidas. A lista de normas penaliza por "faltar, atrasar ou reclamar para ir à escola", "pular no sofá/cadeiras", "não tomar banho" e "desobedecer pai ou mão", entre outras.
O pai fez sucesso na rede e desde segunda-feira, quando ele postou, a imagem já recebeu 85 mil compartilhamentos.

domingo, 6 de outubro de 2013

Assim é o BRASIL! Saiba para onde vai o seu dinheiro...

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Mulher procura marido milionário e recebe uma resposta sensacional!

Como se fosse uma oferta de trabalho, uma jovem de Nova York publicou um anúncio num grande jornal dos EUA, a pedir um marido milionário que ganhe o suficiente para lhe dar o melhor conforto possível. Em troca, ela ofereceu as suas qualidades, destacando: que é “bela”, “inteligente” e “elegante”.


gata15

Mensagem publicada pelo jornal:
“Eu sou uma garota linda (eu diria muito bonita), 25 anos, bem educada e eu tenho classe. Quero me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano.
Há algum homem neste site que ganhe US$ 500.000 ou mais? Quem sabe alguma esposa de alguem que ganhe acima desse valor pudesse me dar alguns conselhos.
Eu estive envolvida com homens que ganhavam até US$ 250 mil. E US$ 250 mil não vai me fazer morar no Central Park West.
Conheci uma mulher, na minha clase de yoga, que se casou com um banqueiro e hoje ela vive em Tribeca. E ela não é tão bonita quanto eu ou inteligente. Então, o que ela fez para conseguir isso e eu não? Como posso chegar ao nível dela?

Rafaela S.”

A resposta veio rapidamente, e foi com uma surpresa. Quem respondeu o anúncio foi, na verdade, um milionário interessado, mas provavelmente não do jeito que a jovem esperava.
Com muita ousadia, o homem usou seu conhecimento nos negócios para oferecer a jovem umcontrato, que segundo ele, seria bom para ambos.

Carta enviada pelo milionário:
“Eu li sua carta com grande interesse

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Entenda como os filhos de produtores rurais americanos criam raízes na agropecuária

Antes de crescer para se tornarem produtores rurais, um número surpreendente de crianças rurais da América aprendem a construir foguetes. Todo ano, os céus das áreas rurais desse país ficam cheios de mini-mísseis construídos por crianças. Os maiores voam centenas de metros, levando altímetros e paraquedas. Os campos de beisebol são locais populares de lançamento, bem como os campos de cultivo de alfafa: esse último tende a ser maior e, comparado com outras colheitas, a alfafa tolera um pouco de pisoteio. Isso explica muito sobre as fazendas americanas.

Uma organização de jovens está por trás de milhares desses lançamentos de foguetes rurais: a 4-H club, sigla que deriva de um juramento envolvendo cabeça, coração, mãos e saúde. Entre as pessoas da cidade, a 4-H não é muito bem conhecida. Porém, sua existência e sua história revelam muita coisa sobre as diferentes visões da América sobre produção rural e de alimentos. Para muitos, esse nome evoca uma única imagem: um filho de um fazendeiro, vestindo jeans e botas de cowboy, levando seus animais para eventos. Muitos membros do clube realmente criam e exibem animais, isso é verdade: um dos pontos turísticos do verão americano é assistir uma criança de 11 anos em uma feira estadual guiando um novilho de meia tonelada a juízes do 4-H.

Porém,

domingo, 1 de setembro de 2013

Zootecnista criador de insetos é destaque na Revista Globo Rural

Empresa de Minas Gerais produz 1,5 tonelada de insetos por mês para abastecer indústrias de ração animalAlana Fraga | Fotos João Marcos Rosa, de Betim (MG)
Quando se formou em zootecnia pela Universidade Federal de Lavras (MG), em 1999, Gilberto Schickler resolveu dedicar-se à elaboração de projetos para pessoas que queriam ser criadores comerciais de animais silvestres. Com o tempo, ele decidiu ter seu próprio criadouro de trinca-ferro. “Vi que seria necessário ter uma produção de alimentos vivos, principalmente para as aves que recebia do Ibama. Apreendidas, elas chegam debilitadas e não querem comer ração. Já o inseto é um alimento que aceitam facilmente, porque estão habituadas, desperta o instinto de caça do animal e é rico em proteína”, conta. 
Após três anos, o zootecnista percebeu que o potencial de negócio não estava na criação das aves, e sim na produção de seu alimento. Quando a produção de insetos começou a crescer muito além do normal para um criadouro de pássaros, ele investiu na pesquisa e descobriu que no mundo inteiro existem empresas especializadas nesse segmento. “Isso é um verdadeiro agronegócio nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia”, explica. 
Desde 2001,

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O caminho de volta

Já estou voltando. Só tenho 37 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo. Indo morar no apartamento mais alto do prédio mais alto do bairro mais nobre. Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda.

Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras. Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe!

Mas, com quase quarenta, eu estava chegando lá. Onde mesmo? No que ninguém conseguiu responder, eu imaginei que quando chegasse lá ia ter uma placa com a palavra "fim". Antes dela, avistei a placa de "retorno" e nela mesmo dei meia volta.

Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo). É longe que só a gota serena. Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe.

Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo. E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos), agora vêm pra cá todo fim de semana? E meu filho anda de bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou).

Por aqui, quando chove, a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo) abre um livro e, pasmem, lê. E no que alguém diz "a internet voltou!" já é tarde demais porque o livro já está melhor que o Facebook, o Twitter e o Orkut juntos.

Aqui se chama "aldeia" e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama. No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos, converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar, contando as horas para voltar.

Aí eu me lembro da placa "retorno" e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: "retorno – última chance de você salvar sua vida!" Você provavelmente ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: "Compre um e leve dois". Nós, da banda de cá, esperamos sua visita. Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta.

Téta Barbosa é jornalista, publicitária e mora no Recife. 
Enviada por: Suelen Caroline Block
Foto: O caminho de volta 

Já estou voltando. Só tenho 37 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo. Indo morar no apartamento mais alto do prédio mais alto do bairro mais nobre. Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda.

Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras. Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe!

Mas, com quase quarenta, eu estava chegando lá. Onde mesmo? No que ninguém conseguiu responder, eu imaginei que quando chegasse lá ia ter uma placa com a palavra "fim". Antes dela, avistei a placa de "retorno" e nela mesmo dei meia volta.

Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo). É longe que só a gota serena. Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe.

Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo. E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos), agora vêm pra cá todo fim de semana? E meu filho anda de bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou).

Por aqui, quando chove, a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo) abre um livro e, pasmem, lê. E no que alguém diz "a internet voltou!" já é tarde demais porque o livro já está melhor que o Facebook, o Twitter e o Orkut juntos.

Aqui se chama "aldeia" e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama. No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos, converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar, contando as horas para voltar.

Aí eu me lembro da placa "retorno" e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: "retorno – última chance de você salvar sua vida!" Você provavelmente ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: "Compre um e leve dois". Nós, da banda de cá, esperamos sua visita. Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta.

Téta Barbosa é jornalista, publicitária e mora no Recife. 
Enviada por: Suelen Caroline Block

Amanda Dreher e Nico : lembrei de vocês!!!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O país sem o MST - por Xico Graziano

Noutro dia, em seminário do PT na Bahia, Lula alisava seu ego político quando lançou um enigma: "Eu fico pensando o que seria o Brasil se não fosse o MST". A resposta me brotou fácil: haveria mais prosperidade e paz no campo. Explico o porquê.

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) originou-se em 1979, motivado pela luta agrária dos colonos gaúchos nos municípios de Ronda Alta e Sarandi. O regime militar, que comandava o País na época, tentou desmantelar, pelas mãos do famigerado coronel Curió, aquela inquietação camponesa. Ao contrário, porém, sustentado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) e apoiado por líderes da oposição democrática, o episódio prosperou, agigantando-se o acampamento de sem-terra.

Cinco anos depois, 8 mil pessoas invadiram a Fazenda Annoni, demonstrando uma ousadia que, de pronto, ganhou a simpatia da opinião pública. O sucesso da empreitada guindou a nova organização à liderança da ação "antilatifundiária" no campo. Seu antípoda, criado no debate da Constituinte, era a União Democrática Ruralista (UDR). Seu rival "interno", de quem procurou sempre se diferenciar, era a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), considerada "pelega" pela esquerda de então. A sociedade em mudança adotou o MST.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

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