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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Música Minas leva ações de estímulo à música mineira ao interior

 
O MÚSICA MINAS, programa de fomento à produção e divulgação da música mineira, realizado em parceria pela Secretaria de Estado de Cultura e pelo Fórum da Música, dá inicio a uma série de ações de interiorização, com o objetivo de ampliar o acesso e estimular a participação dos artistas e produtores residentes no interior de Minas Gerais. O trabalho consiste em divulgar as oportunidades geradas pelo programa para profissionais da cadeia produtiva da música, nas diversas regiões do Estado, por meio de palestras e painéis demonstrativos.

As ações, que se estenderão por várias cidades, começarão no dia 30 de julho, na cidade de Diamantina, região Nordeste de Minas Gerais, passando por municípios como Capelinha (31 de julho), Araçuaí (1º de agosto), Almenara (2 de agosto) e Teófilo Otoni (3 de agosto).

Em Teófilo Otoni o programa será realizado na sala de reuniões da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Av. Luiz Boali Porto Salman, 308 – 2º Andar/Sala 207 – Centro, às 16h)

O Programa
Desde o seu lançamento, em 2009, o MÚSICA MINAS beneficiou cerca de 740 artistas, por meio de 173 propostas selecionadas pelos seus editais. A iniciativa levou artistas mineiros para importantes festivais, cursos e eventos em todo o mundo, além de ter realizado ações de representação em feiras internacionais de música como: WOMEX (Copenhague/Dinamarca), BAFIM (Buenos Aires/Argentina), CMJ Music Marathon (Nova York/EUA), CMW – Canadian Music Week (Toronto/Canadá), Mercado da Música Viva De Vic (Espanha), Culturgal – Feiras das Indústrias Culturais da Galícia (Pontevedra/Espanha), dentre outras.

O programa Música Minas é realizado por meio da parceria firmada entre o poder público, representado pela Secretária de Estado de Cultura e a sociedade civil, na figura do Fórum da Música de Minas Gerais, que une entidades organizadas e representativas da música como a AAMUCE (Associação dos Amigos do Museu Clube da Esquina), COMUM (Cooperativa da Música de Minas), FEM (Fora do Eixo Minas), Grupo Cultural NUC, Rede Catitu, SIM (Sociedade Independente da Música) e VALE MAIS (Instituto Sociocultural do Jequitinhonha).

Oportunidades
Músicos com residência comprovada em Minas Gerais podem se inscrever nos editais de Intercâmbio e Coletânea Música Minas. O primeiro dá aos profissionais da música a possibilidade de participar de eventos realizados em qualquer região do Brasil e do mundo, mediante comprovação de convite. As inscrições devem ser realizadas até o quinto dia útil do mês anterior à viagem proposta.

Já o edital da Coletânea Música Minas oferece a artistas de gêneros diversos a possibilidade de integrar uma coletânea que será distribuída entre produtores, programadores e formadores de opinião em feiras internacionais como a Womex e Música Viva de VIC. Os interessados podem se inscrever até o dia 24 de agosto.
 
Fonte: http://www.teofilootoni.mg.gov.br/pmto/2012/07/musica-minas-leva-acoes-de-estimulo-a-musica-mineira-ao-interior/

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Greve dos professores 16-09-2011 - Praça da Liberdade - A volta da ditadura militar em MG


As imagens e depoimentos foram captados durante o evento de inauguração do cronômetro regressivo dos 1000 dias para a Copa do Mundo do Brasil. Na ocasião, a Greve dos Professores da rede estadual de educação de Minas Gerais completava 100 dias.

Confira a cobertura completa no www.ilovebubble.com/grevedosprofessores

Imagens de Natália Carvalho

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Por que não se investe em Educação no Brasil?

Greve dos professores de Minas Gerais e a Copa do Mundo

domingo, 18 de setembro de 2011

Uma charge que não tem graça...




A charge foi retirada do blog http://blogdoorlandeli.zip.net/arch2007-12-09_2007-12-15.html. Em meio a toda essa situação na educação em Minas Gerais, eu te pergunto: nós permitiremos que eles se elejam novamente? Pense nisso. 

terça-feira, 14 de junho de 2011

Metáforas infelizes

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* Xico Graziano
A agricultura esteve em voga na política destes dias. Melhor dizendo, participou das conversas. Vejam que curiosas frases foram ditas:

Do senador Demóstenes Torres, em entrevista à revista Veja: "Vivemos em um momento crítico, de total submissão. No final das contas, o Congresso se comporta bovinamente".

Do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, questionado a respeito de sua posição atual sobre as drogas: "Só quem é burro não muda de opinião diante de fatos novos".

Do jovem Dayvini Nunes, dono do apartamento alugado pelo ex-ministro Antônio Palocci: "Eu não tenho como bater de frente com essas pessoas. Sou um laranja".

A alusão pejorativa à agricultura tem se tornado, há tempos, uma característica típica da oratória brasileira. Não se conhece outra nação onde a linguagem carregue tamanho preconceito contra o campo. Triste povo que, mesmo sem o perceber, achincalha seus agricultores.

A lista das figuras de linguagem depreciativas do mundo rural soa enorme. "Vá plantar batatas" é uma das mais antigas. Diz-se que a frase nasceu na época gloriosa de Portugal, quando a navegação e a pesca emprestavam prestígio à sociedade, restando desdém pela vida sofrida na agricultura. Tida como alimento vulgar, a solanácea calejava e sujava as mãos dos que a produziam.

Alimento básico da civilização inca, a batata encantou os colonizadores espanhóis, que logo a levaram para a Europa. O sucesso de sua aceitação leva muita gente a pensar que o alimento tem origem alemã. Uma das razões decorre do fato de que, em 1740, Frederico II, o Grande, baixou norma obrigando seus súditos na Alemanha a consumirem batatas para enfrentar a constante ameaça da fome. Ainda hoje, sobre seu túmulo, no Palácio de Sans-Souci, depositam-se batatas para lembrar o gesto pátrio.

Nem sempre facilmente se explica a origem das metáforas negativas utilizadas com gêneros agrícolas. A própria batata, que mereceria uma homenagem, serve ao desabono.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Resumo da Educação no Brasil

Professora Amanda Gurgel silencia Deputados em audiência pública. Depoimento resumindo o quadro da Educação no Brasil. Educadora fala sobre condições precárias de trabalho no RN/BRASIL.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sacola plástico: de ícone da modernidade à vilã do meio ambiente

  Entra em vigor amanhã a lei que proibe o uso de sacolas plásticas nos supermercados. De símbolo de modernidade em meados do século passado, o produto virou vilã número um dos ambientalistas.
É que o plástico demora pelo menos 300 anos para sumir no meio ambiente. Ou seja, ele persiste a chuvas e tempestades, além de contribuir para entupir bueiros pela cidade. As sacolas plásticas representam 10% de todo o lixo gerado diariamente na cidade do Rio de Janeiro.
O brasileiro costuma sair dos supermercados abarrotados de sacolas plásticas. Mensalmente, o consumo chega a 66 sacolas. Ao mês, os supermercados em conjunto costumam gastar um bilhão de sacolas para ensacar as compras do consumidor.
A decisão não é uma unanimidade. É que, quando chegam nas casas, as sacolas plásticas acabam virando saco de lixo. A decisão de bani-los está deixando muito consumidor irritado, por considerar a medida unilateral. Se os supermercados não colocarem mais as compras nas sacolas plásticas, o que fazer com o lixo caseiro?
É por não saber responder a esta pergunta que muito consumidor está sofrendo por antecipação. São os órfãos das sacolas plásticas. Sem dúvida que mudar padrões culturais arraigados não é fácil, mas ser contra a lei só porque não temos onde depositar nosso lixo caseiro ou é remar contra à maré ou ignorar que também somos responsáveis pelo meio ambiente.Fonte: Blog Verde

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Faça a sua parte


O que você tem feito para preservar o Meio Ambiente ?
Nossas pequenas atitudes geram grandes mudanças!
Quais são as suas atitudes?
Conte pra gente!!!

sábado, 15 de maio de 2010

MEC dá a receita do bom professor

O documento que será submetido a consulta pública reconhece que os salários dos professores não são atrativos no Brasil. 
Mas destaca que uma seleção de melhor qualidade ajudará a melhorar o  nível do ensino, além de reduzir custos para as prefeituras, que hoje bancam seus próprios concursos.
O texto foi preparado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do ministério responsável por estatísticas e avaliações.
A proposta leva em conta a experiência de países com melhores indicadores educacionais. Na primeira parte, define o perfil do bom professor. São 20 itens observados entre os profissionais de Austrália, Canadá, Cingapura, Chile, Cuba, Estados Unidos e Inglaterra.
A receita vai desde pontos óbvios, como dominar os conteúdos curriculares, até outros muitas vezes esquecidos, como manifestar alta expectativa em relação às possibilidades de aprendizagem dos estudantes e manter comunicação efetiva com os pais dos alunos, estimulando seu compromisso com a vida escolar dos filhos.
Outro item é o bom aproveitamento de todo o tempo disponível para o ensino.
Em relação aos conteúdos que devem ser dominados pelos futuros professores, a proposta do MEC prevê questões sobre temas gerais, como políticas educacionais e a legislação do setor, e específicos, como leitura e compreensão de textos, língua portuguesa, matemática, ciências sociais e naturais.
Uma das preocupações do ministério é garantir que os futuros docentes saibam identificar dificuldades de aprendizagem e o que leva um aluno a não entender uma lição. Nesse caso, o texto deixa claro que o professor deve dispor de métodos variados de ensino.
(Notícia publicada hoje em O Globo)
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